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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Chineses criam mascotes do Palmeiras

Na Universidade Nacional de Taiwan, cientistas criaram três porcos transgênicos de coloração esverdeada que têm a peculiar propriedade de serem fosforescentes. Os pesquisadores conseguiram a façanha injetando partes do DNA de águas-vivas em cerca de 250 embriões, os quais foram implantadas em oito porcas.
Segundo a descrição dos bichos, eles têm as patas e os dentes totalmente verdes, além do tom esverdeado da pele. Quando iluminados por luz azul, o verde dos porquinhos brilha intensamente, adquirindo uma forma fosforescente.
Nem os cientistas sabem exatamente o que farão agora e tampouco para o que serve a descoberta (ou invenção?), mas pretendem injetar células-tronco dos porcos verdes em outros porcos, só para ver o que é que dá. Talvez consigam outras configurações, com cores variadas, quem sabe?
Wu Shinn-Chih, dirigente do Instituto de Ciência Animal da Universidade de Taiwan ainda acalenta esperanças de negociar os três porquinhos verdes com a diretoria do Palmeiras. Consta que o Felipão já deu o seu parecer favorável à aquisição.
Crédito fotográfico: Portal Terra (http://noticias.terra.com.br)

Cantada de grilo antigo era mais forte

Ainda na esteira das descobertas cuja serventia é mais polêmica que a reciclagem de papel higiênico, vem a notícia de que na Universidade de Bristol, na Inglaterra, conseguiram reproduzir o canto de amor dos grilos que viveram na região onde hoje fica a China e a Mongólia há 165 milhões de anos.
Segundo o estudo, esses grilos jurássicos tinham um tamanho descomunal em relação aos bichinhos de hoje, que medem em torno de 2,5 cm. Os pré-históricos chegavam a medir 7,0 cm. Esse tamanho, aliado à configuração das asas, permitia aos bichos emitir um cri-cri muito mais intenso, usado para atrair as fêmeas para o acasalamento. A pesquisa, que foi publicada na revista científica “Proceedings of the National Academy os Sciences (PNAS)”, não foi conclusiva no sentido de determinar se a extinção dos grilos pré-históricos tem alguma relação com o seu canto.
O estudo subsequente, para descobrir a real utilidade da descoberta anterior, promete ser bem mais complicada.
Crédito fotográfico: Portal Folha/UOL (http://www1.folha.uol.com.br)