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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Gato dorminhoco é demitido em Londres



O Gabinete do primeiro-ministro da Inglaterra, David Cameron emitiu nota oficial dando conta de que o gato Larry, que exercia a nobre função de caçador oficial de ratos na residência oficial da Downing Street, 10, em Westminster, foi demitido de suas funções. O motivo alegado, ainda de acordo com a nota oficial, foi a excessiva apatia do bichano que, alegadamente,vinha dormindo demais durante o horário de trabalho.

Sabe onde ficam as costelas da tartaruga?



Já comeu costelinha de tartaruga ao forno? Bem assadinha, crocante, acompanhando uma cervejinha bem gelada. Uma delícia, né mesmo? Se respondeu afirmativamente, você é um grande mentiroso. Isso mesmo. Simplesmente porque tartaruga não tem costela.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Veterinário hipnotiza porcos na Europa



Um veterinário holandês está fazendo sucesso com sua técnica de hipnotizar porcos. Ele se especializou nesse tipo de trabalho e há cerca de um mês foi convidado para dar uma demonstração na cidade alemã de Dülmen, no distrito de Coesteld, na Westphalia. Kees Scheepens, que é o nome do cidadão, não sabe explicar exatamente para que serve a hipnotização dos suínos, embora garanta que a prática combate o stress dos animais.
O veterinário, que também é criador de porcos, é conhecido na Holanda por “encantador de porcos” e pretende passar a sua técnica para outros colegas de profissão. A diretoria do Palmeiras descartou veementemente a notícia de que estaria contratando o hipnotizador holandês para acalmar a torcida do time, muito chateada com a condição de vice-lanterninha do campeonato brasileiro.



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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Idosa é atingida por um gato


A história não é das mais recentes, mas vale a pena contar por se tratar de um fato realmente insólito. Além disso, a vítima principal da ocorrência ainda se encontra desmemoriada e, segundo a família, com sério distúrbio mental decorrente do acidente. Aconteceu no início deste ano, em Buenos Aires. Não se tratou de um “boi nos aires”, como jocosamente os brasileiros denominam a capital argentina, mas sim de um “gato nos aires”. Aconteceu assim: um casal discutia acaloradamente no interior do apartamento em que vive, no quarto andar de um conjunto habitacional de Belgrano, bairro portenho. Objetos diversos voavam de um lado para o outro no interior do lar, até que o marido, por falta de munição mais adequada à mão, pegou o gato da família que ia passando (inadvertidamente, coitado! – gato também aparece no lugar errado na hora errada, às vezes) e arremessou-o em direção à mulher. Esta esquivou-se a tempo e o gato passou direto. Como a janela que dá para a rua estava aberta, lá se foi o gato para o espaço aéreo externo.
Como gato não voa (nem mesmo na Argentina), o bichano teria como destino estatelar-se em plena rua. Mas encontrou no caminho a cantora de ópera Betty Deli, de 65 anos (não, não era uma gatona!), que ia passando naquele momento (outra que estava no lugar errado na hora errada) e chocou-se contra a cabeça da senhora. Ambos, gato e cantora, foram ao solo, desacordados.
O casal parou imediatamente com a briga e foi olhar pela janela o destino do bichano. Quando viram a cena precipitaram-se para a rua e, constatando o estado da mulher, chamaram uma ambulância que conduziu a cantora Betty Deli para um hospital. Em estado de coma, ela ficou assim por mais de um mês e até hoje não se lembra do que aconteceu. Pior ainda: não reconhece mais os membros da própria família, vive falando bobagens e se tornou agressiva com as pessoas. A filha da cantora, Fátima, está acionando a justiça argentina para pedir indenização do casal briguento alegando danos às faculdades mentais da mãe.
E o casal e o seu gato? Dizem que as grandes tragédias aproximam as pessoas e fazem esquecer ódios e rancores. É verdade. A avaliação das tragédias, se grandes ou nem tanto, depende da avaliação de cada um. Para o casal briguento, a tragédia por certo não foi pequena, visto que o gato era, para eles, um membro efetivo da família, o sucedâneo de um filho que não têm. Por isso, choraram juntos a desdita do bichano que morreu no choque com a idosa, desmentindo a crendice popular de que os gatos têm sete vidas. Isso é puro mito, pois o casal jura de pés juntos que o gatinho nunca tinha morrido antes. Mas o seu fim foi nobre. Abalados, os brigões se reconciliaram e hoje vivem em clima de paz e harmonia (mesmo porque tem um baita processo judicial pela frente). A paz do lar voltou graças ao sacrifício do felino que, a essas horas, deve estar no além, sentado à direita do deus dos gatinhos.

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Touro tarado ataca fazendeiro


Essa aconteceu no estado norteamericano do Arkansas. Um touro de uma fazenda no condado de Faulkner ficou meio doidão e tentou, de todas as formas, fazer sexo com o seu dono. O bicho, que é um reprodutor premiado em diversas exposições, estava sendo conduzido para o cumprimento de sua honrosa e, digamos... exaustiva missão junto a um rebanho de vacas que o esperavam, ansiosas...
Só que o touro estava mesmo impaciente e não teve calma suficiente para esperar a chegada ao “ninho de amor”. Demonstrando uma insuspeitada afeição pelo dono, partiu mesmo pra cima do fazendeiro que não teve outra saída a não ser correr desesperado, mas mesmo assim foi alcançado, só não entrando para o rol, das conquistas amorosas taurinas pela oportuna interferência do capataz da fazenda e de outros peões que estavam nas proximidades.
Dominar o touro não foi fácil, ele queria mesmo era experimentar algo diferente em termos de sexo. Antes de acudir o patrão, o capataz havia ligado para a polícia e, coincidentemente, o xerife da localidade estava passando de carro pelas proximidades. Alertado via rádio, o representante da lei foi até a fazenda. Em lá chegando, o pessoal ainda estava às voltas com o enfezado animal e este, quando vislumbrou a viatura policial, não teve dúvidas: acreditando tratar-se de alguma espécie estranha de animal, partiu pra cima do carro, montando sobre o capô com inconfundíveis movimentos sexuais. Com a ajuda do xerife e o empenho de todos os peões da fazenda o touro foi finalmente dominado e encaminhado para as vacas que assistiram de longe a proeza do seu amado, certamente sem entenderem patavina do que estava passando pela cabeça dele.
Fora um amassado no carro do xerife e lesões generalizadas porém pouco graves no fazendeiro, que deve ser de uma irresistível sensualidade (na opinião de touros), não houve vítimas a lamentar.

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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Eta fuminho danado...


O tabagismo é mesmo uma praga. Vício que atinge milhões de pessoas e causa a morte lenta de quase toda essa gente ao redor do planeta por causa de graves lesões pulmonares, geralmente irreversíveis.
Eu disse pessoas? Gente? Não, não é só isso, não! Na Indonésia, os funcionários do zoológico de Jacarta se viram obrigados a isolar uma macaca que “aderiu” ao vício e não tem jeito de largar. A orangotango Ton (ou seria orangotanga, presidenta?) aprendeu a fumar por causa do seu contato com o público. As pessoas jogam bitucas de cigarro na área freqüentada pelo animal e ela as fuma até queimar os dedos. Alguns visitantes, achando engraçada a atitude do bicho, acendem os cigarros e os atiram para perto da Ton quase inteiros (coisa feia, né?), e ela se deleita com os cigarrinhos. A situação se repetiu tantas vezes que a macaca até aprendeu a pedir cigarros, colocando dois dedos na frente da boca e ficando braba quando ninguém atende ao seu “pedido”.
Interessante acrescentar que a Indonésia é um dos países com maior incidência de fumantes em todo o mundo.
Agora os funcionários do zoo pensam em mudar Ton e um companheiro (ninguém esclareceu, mas deve ser um orangotango, por óbvio – antes que alguém pergunte) para um local isolado, com muito conforto e ambiente natural, onde esperam que ela “esqueça” o cigarro. É a filosofia do “só o amor constroi”. Será que vai funcionar? Será que a macaca vai aguentar? Quem já fumou um dia e largou, sabe como é difícil...
Imagem: Planeta Bizarro (http://g1.globo.com/planeta-bizarro)


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Vejam só quem gosta de roubar bandeiras...
Ainda na linha dos animais com hábitos estranhos, vejam essa.
As autoridades da cidade de Hudson, no estado de Nova Iorque, EUA, estavam intrigadas com estranhos roubos que vinham ocorrendo no cemitério militar de Cedar Park. É costume dos familiares dos mortos ali enterrados colocarem bandeirolas dos EUA nos túmulos. Essas bandeirolas geralmente vêm com hastes de madeira, que são espetadas no solo, junto às lápides.
Misteriosamente, alguém surrupiava as bandeirinhas durante as noites. Seria obra de algum lunático, de alguém com planos conspiratórios ou algum inimigo declarado (ou não) da nação norteamericana? Vincent Wallace, o responsável pelo cemitério, já não sabia mais o que fazer. Surgiu então a idéia de se colocarem câmeras escondidas em vários locais do campo santo. Esperava-se, assim, surpreender e descobrir o misterioso ladrão dos pavilhões estadunidenses. E deu certo. Finalmente descobriram o enigmático gatuno.
Bill Hallenbeck, o prefeito de Hudson, declarou estar feliz ao constatar que não se tratava de apenas um ladrão, mas sim, de vários deles. E não se tratava de nenhuma pessoa em especial. Eram as marmotas, que vinham atraídas pelos pauzinhos em que as bandeirinhas vinham afixadas. Elas usavam o material para a construção dos seus abrigos subterrâneos, onde costumam hibernar em grupos. Essas tocas geralmente são reforçadas por caules de arbustos, mas as marmotas de Cedar Park acharam um substituto ideal, que já vem na medida certa e adequada para essa finalidade.
A esperteza das marmotas fez com que as bandeirinhas sejam agora afixadas em hastes de plástico. O que não garante grande coisa, pois nada impede que os bichinhos venham a se adequar às novas tecnologias.
Imagem: terradosxucurus.blogspot.com


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