Entre
os fenômenos misteriosos do nosso planeta, um deles ainda permanece realmente
misterioso. É o Taos hum, ou “zumbido
de Taos”, em tradução livre. O Taos hum
tem este nome em homenagem à cidade de Taos, no Novo México, EUA, onde esse
estranho som foi ouvido pela primeira vez. Pelo menos, foi relatado pela
primeira vez. Depois disso noticiaram-se novos casos em alguns países da Europa
como Suécia e Reino Unido, e também no Japão e no Havaí. A cidade de Taos
outrora pertencia ao México, mas foi anexada pelos EUA. Seu nome é uma referência aos índios Taos, cujos remanescentes ainda vivem nas proximidades da
cidade.
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terça-feira, 9 de outubro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Lago manchado do Canadá pode virar spa
O
lago Kliluk, também conhecido como “lago manchado" (spotted lake), na província canadense da Colúmbia Britânica,
poderá se tornar um excepcional ponto turístico nos próximos anos. Dependendo
de acordos que estão sendo negociados entre autoridades federais do Canadá, a
família Smith Ernest (que é a virtual “dona” das terras) e remanescentes das
tribos indígenas que vivem no local desde antes da chegada dos colonizadores
europeus, poderá ser criada ali uma moderna estação balneária.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
A porta do inferno fica no Turcomenistão
A “porta do inferno” existe e fica no
Turcomenistão, no meio do deserto de Karakum. Na verdade, os turcomenos não tem
nada a ver com isso, embora acreditem estarem próximos à entrada do reino de
Satanás. Trata-se de uma enorme cratera, com 60 metros de diâmetro, aberta por
ocasião de uma exploração de gás natural por geólogos russos. Na verdade
tratava-se de uma caverna subterrânea e, quando as máquinas da prospecção de
gás encontravam-se em plena atividade sobre ela, a terra cedeu. A caverna
estava impregnada de gás e enxofre. Os técnicos que conduziam a operação
acharam por bem incendiar o gás para evitar que alguém mais se envenenasse,
acreditando que as chamas o consumiriam em pouco tempo. O fogo nunca mais se
apagou e já se passam quase quarenta anos desde que começou.
Ninguém sabe quanto gás já foi consumido pelo
fogo e tampouco quanto tempo ainda irá durar a fogueira. Também não foi
divulgado se houve vítimas humanas quando do desmoronamento do solo e
conseqüente abertura da cratera, embora se acredite que sim. Os habitantes da
região conhecida como Darvasa, um povo seminômade constituído por menos de mil
pessoas, acredita que o fogo jamais se apagará e afirma que, efetivamente, se
trata de uma “passagem para o inferno”, baseando sua crença no extremo calor
provocado pelas chamas do gás e pelo intenso cheiro de enxofre que emana do
local. De tão intenso, o fogo pode ser visto até mesmo pelo Google Earth.
Imagem:
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Para salvar o mundo vale ferrar os mares?
Há muito tempo a humanidade vem buscando
soluções para uma situação que pode comprometer a sua própria existência num
futuro não muito distante. Os cientistas de todo o mundo estão alertando, há
décadas, sobre os maléficos efeitos de um aquecimento global que estaria se
aproximando, podendo tornar a vida humana no planeta Terra quase que inviável
ou, pelo menos, extremamente dificultada, particularmente em determinadas
regiões. Mas os interesses políticos de muitos governantes, aliados a um
injustificado e inconfessado egoísmo faccioso, têm provocado o sistemático
fracasso de
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Do homo ao húmus, a vida continua
Um assunto muito em voga atualmente é o
desenvolvimento dos seres humanos e a sua possível (provável seria o termo mais adequado) transmutação para um estado
mais aperfeiçoado num futuro (não muito) remoto. Dessa discussão estão
participando cientistas das mais diversas áreas do conhecimento, mas são os
filósofos que dão as tintas do que seria a “geração do futuro” ou, nas palavras
da maioria deles, a espécie do pós-humano.
Compilando as lucubrações de muitos desses pensadores, pode-se também chamar
aquilo que eles projetam para a posteridade de Homo selectus, na senda da história do desenvolvimento da raça, que
assim prosseguiria a sua trajetória iniciada pelo Homo habilis ou pelo Homo
erectus (depende da interpretação – tem gente que garante que nem todos os
humanos, especialmente os machos, tem o gene do erectus), até o atual estágio do Homo sapiens.
Realmente, se confirmadas as previsões dos
estudiosos (e tudo indica que serão), teremos no futuro o ser humano
configurado de acordo com uma receita pré-elaborada. A preocupação é saber por
quem. Com efeito, já hoje é possível a geração de fetos in vitro, como se denomina a técnica de criar embriões humanos em
laboratório. A evolução dessa técnica certamente convergirá para a
possibilidade de ser conduzida de forma a gerar seres de acordo com as vontades
ou conveniências dos direta ou indiretamente interessados. Trocando em miúdos:
será possível manipular a técnica de fertilização de forma a gerar uma criança
do sexo “a” ou “b” (ou “c” ou “d”, sabe-se lá). loira ou morena, de estatura
alta ou baixa, de olhos azuis ou pretos e assim por diante. Alguns desses
atributos já podem ser alcançados com o estágio técnico atual, mas ela (a
técnica) tende a evoluir – e muito! – até um ponto em que as próprias
características de ser humano venham
a ser alteradas. Estaria então criado o pós-humano
ou o Homo selectus, como queiram.
Como já foi citado acima, a preocupação
reside em quem vai ditar a receita dessas mudanças. Há pesquisadores que
defendem a divisão da atual raça humana em duas subespécies: a do Homo sapiens propriamente dito e a do Homo stultus, essa última integrada por
aquela parcela da humanidade devidamente reconhecida pelas suas anomalias
fisiológicas, com destaque especial para a inversão das funções cerebral e
intestinal. Se couber aos representantes dessa última subespécie a tarefa de
configurar os Homo selectus
obviamente a humanidade caminhará celeremente para uma insopitável involução, o
retorno às origens, talvez culminando naquilo que teríamos sido há alguns
milhares de anos, uma espécie um pouco mais evoluída de primatas.
A preocupação procede. A par dos notáveis
avanços tecnológicos e do inquestionável desenvolvimento da ciência em todas as
suas áreas, muitos homens (e muitas mulheres também) estão apresentando uma
estrambólica tendência ao inusitado, aos comportamentos alienados que
constituem as características principais daquela subespécie de Homo stultus acima mencionada. Com
efeito, enquanto alguns estão procurando encontrar o bóson de Higgs, a maioria está mesmo preocupada com o bumbum da Mulher
Melancia (entre outras). A pensar que essa maioria teria a chave da
configuração genética da raça futura, certamente veríamos, num primeiro
momento, o mundo impregnado de cópias fiéis (ou infiéis) de Neymares e de
Biebers, de Madonnas e de Bündchens. Só num primeiro momento, claro. Num
segundo e num terceiro, e por aí afora, a humanidade certamente continuará o
processo, até alcançar – de novo – a condição de viver em jaulas. E então não
se saberá quem vai tomar conta do zoológico. Mas a vida continua...
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