Fica
nos EUA, como não podia deixar de ser. Na cidade de San José, Califórnia. Tem
180 quartos (originalmente eram oito) e corredores que não levam a lugar algum
(parece algumas obras públicas brasileiras). Está aberta ao público e você pode
conhecê-la. Basta acessar o site http://www.winchestermysteryhouse.com/ e adquirir um ingresso. Mas como é mesmo a tal
casa? Vamos à história.
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sexta-feira, 19 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Teria sido encontrada a passagem para o inferno?
Arrepiem-se!
Talvez não seja preciso muito, mesmo porque parece que o inferno fica meio
longe. A porta dele fica na Rússia. Mais precisamente na estação científica de Zapolyarny, perto de Murmansk, um importante
porto russo no Mar Ártico, já dentro do círculo polar. A região pertencia à
Finlândia até 1944. Faz um frio de rachar na superfície terrestre. Nas
profundezas, um calor dos infernos. Literalmente.
Os ETs invadem as lavouras de Santa Catarina
No
município de Ipuaçu, no oeste catarinense, as lavouras amanheceram com
estranhas marcas, no sábado passado (primeira imagem desta matéria). Essas
marcas são conhecidas como agroglifos
(os norteamericanos chamam de cropcircle)
e já apareceram outras vezes na região, desde 2008. Essa é a quinta vez que
elas aparecem no município de Ipuaçu, sempre em plantações de trigo. Desta vez
a ocorrência se verificou a menos de mil metros do centro da cidade.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Além da imaginação: Taos hum
Entre
os fenômenos misteriosos do nosso planeta, um deles ainda permanece realmente
misterioso. É o Taos hum, ou “zumbido
de Taos”, em tradução livre. O Taos hum
tem este nome em homenagem à cidade de Taos, no Novo México, EUA, onde esse
estranho som foi ouvido pela primeira vez. Pelo menos, foi relatado pela
primeira vez. Depois disso noticiaram-se novos casos em alguns países da Europa
como Suécia e Reino Unido, e também no Japão e no Havaí. A cidade de Taos
outrora pertencia ao México, mas foi anexada pelos EUA. Seu nome é uma referência aos índios Taos, cujos remanescentes ainda vivem nas proximidades da
cidade.
terça-feira, 24 de julho de 2012
Hora morta: já ouvir falar?
Hora tenebrosa, quando os espíritos das
trevas se vêem livres para atazanar a vida dos pobres mortais. Hora de
sofrimento espiritual, de suores frios e medo incontrolável. Hora em que se
abrem os portais que ligam o nosso universo físico ao universo sobrenatural. Hora
do desvario, da loucura misteriosa em que as trevas ficam ainda mais densas, o
ar mais pesado e os demônios da noite
festejam o poderio do mal que aflige a alma dos homens. Essa hora foi referida
no famoso filme O Exorcista e também
no O Exorcismo de Emily Rose. Afinal,
que hora é essa?
A hora morta, no entender dos místicos, fica
entre as três e as quatro horas da madrugada. Mais precisamente entre as três horas
em ponto e as três horas e cinqüenta e nove minutos. Sabem por que?
Conforme os evangelhos, Jesus Cristo foi
crucificado pela manhã e veio a falecer à tarde, justamente entre três e quatro
horas (ou entre quinze e dezesseis, para os mais exigentes). Essa seria, então,
a hora do Cristo. O seu inverso, entre três e quatro da madruga, viria a ser a “hora
do anticristo”. Mas por que não acertaram o horário preciso? Será que nem mesmo
lá no além eles sabem ao certo a hora da morte de Jesus Cristo?
Nem todos os místicos concordam. Muitos
praticantes da magia negra preferem outra hora para fazer os seus “trabalhos”
espirituais, a chamada “hora grande”, que é a meia-noite. Como a maioria dos
trabalhos não pode ser feita em questão de instantes, sempre há uma
extrapolação. Esse limite é, geralmente, as três horas da madrugada, mas há uma
tolerância: até as quatro, que daí já começa a romper a aurora em muitos
lugares e os galos podem começar a cantar. Isso (o canto do galo) é fatal para
qualquer trabalho espiritual. Pifa mesmo.
A hora morta, entretanto, não é matéria só
dos místicos. Começam a aparecer estudos científicos sobre a influência desse
horário, entre três e quatro da manhã, sobre as pessoas. São relatados repetidos
casos de pessoas com depressão que acordam sem motivo e têm a sua situação
agravada nesse horário. E outras, mesmo não depressivas, que acordam
misteriosamente às três e só conseguem conciliar novamente o sono às quatro ou
depois disso. Uma explicação preliminar seria a de que, no auge da madruga, a frequência
energética das pessoas atinge o seu nível mais baixo (inclusive a frequência cardíaca).
Não se deve confundir a “hora morta” com a “hora
da morte”. Mesmo porque a hora da morte também tem lá os seus mistérios, como alguns
casos registrados, de relógios da casa do falecido (e também os de seu uso
pessoal) que misteriosamente param de funcionar exatamente no horário do
passamento do dono. Mas essa é outra história, que prometemos contar em breve.
Imagem: http://onaturaleosobrenatural.blogspot.com.br
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O autor agradece a sua participaçãoterça-feira, 12 de junho de 2012
Maná no deserto dá?
Uma teoria de algumas décadas atrás, que
vinha sofrendo o descrédito do universo científico e também do teológico, volta
a ganhar forças. É a do ufólogo e escritor suíço Erich Von Däniken que resultou
no livro “Eram os Deuses Astronautas?”, publicado com estrondoso sucesso nos
anos 70 do século passado. De acordo com a teoria de Von Däniken, seres de
outros mundos teriam visitado a Terra em várias ocasiões do passado para,
digamos assim, “dar uma mãozinha” aos humanos em algumas obras que até hoje
suscitam surpresa e admiração, como as cidades da América pré-colombiana, as
pirâmides do Egito, as esculturas da Ilha da Páscoa, Stonehenge e outras do
tipo.
Pois as idéias de Von Däniken estão de volta.
Novamente são postas em dúvida as possibilidades dessas obras monumentais,
geralmente construídas com precisão milimétrica, envolvendo volumes colossais
de material muitas vezes nem mesmo encontrado nas proximidades, além de uma
instigante e minuciosa relação com fenômenos astrais, terem sido fruto do
trabalho humano. Mas o mais intrigante nessa suposta relação
extraterrestres-humanos está sendo a aventura
terça-feira, 15 de maio de 2012
Escrita das cordas, a linguagem inca
O povo inca, que habitou um
vasto território da América do Sul até a chegada dos invasores espanhóis, numa
região onde hoje se localizam por completo a Bolívia e o Peru, além de pedaços
do Equador, Colômbia e Chile e até o norte da Argentina, sempre foi conhecido
por não ter tido um sistema de comunicação escrito, como a maioria dos povos
daquela época.
Pois agora essa crença está
para cair por terra. O povo inca usava um complicadíssimo sistema de fazer
contas, consistente num arranjo de cordas e nós, por eles mesmos chamado de quipu, que remotamente lembra os
princípios do ábaco. Esse sistema nunca foi satisfatoriamente entendido pelos
estudiosos, apesar do empenho com que se dedicaram à tarefa de desvendar os
mistérios do quipu (nas fotos: um quipu completo – acima – e um parcial –
abaixo). Sabia-se apenas que as operações aritméticas básicas eram possíveis de
resolução através do uso desse sistema.
Paralelamente, sempre se
falou que o povo inca não poderia ter erguido as edificações encontradas pelos
exploradores europeus, pela complexidade dos seus projetos e pela exatidão de
sua construção, com precisão milimétrica de cortes, encaixes e superposições de
pedras. A principal limitação sempre apontada pelos pesquisadores seria a
ausência de um sistema de comunicação não-verbal, circunstância que levou
muitos deles a cogitar da participação de seres extraterrestres nas referidas
construções.
O professor de antropologia
da Universidade de Harvard, Gary Urton (que está terminando um livro sobre este
assunto), estudou exaustiva e detalhadamente os quipu incas e concluiu que, além de servir para os serviços de
contabilidade, o sistema de cordas e nós também é um sistema de transmissão de
linguagem. E pasmem: utilizando um código binário de bits, à moda dos modernos
computadores! Os quipu seriam capazes
de processar mais de 1.500 unidades de informação e, assim, conter e transmitir
dados e mensagens de forma mais eficiente que qualquer outro sistema de
comunicação não-verbal existente na época!
Se as edificações incas já
suscitavam a perplexidade dos estudiosos e chegaram a ser consideradas obras de
extraterrestres, que dirão então do seu sistema de comunicação?
Imagem:
Klepsidra (http://www.klepsidra.net/etnomatematica.html)
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Um fantasminha, por favor!
Aqui
bem perto, em frente a Praia da Enseada, está o Farol da Ilha da Paz. É um
farol náutico, destinado à sinalização para os navios, especialmente para
aqueles que entram para o Porto de São Francisco do Sul. Agora, também para os
que demandam o Porto de Itapoá, já que entram pelo mesmo caminho, a barra da
Baía da Babitonga.
O
Farol da Ilha da Paz nasceu no comecinho do século passado. Foi inaugurado em
1906, portanto já fez mais de cem anos. Não é um farol assombrado por fantasmas
(mal-assombrado, dir-se-ia antigamente!) É uma pena. Contribuiria para
incrementar o turismo, caso fosse! Não que o sinaleiro seja hoje um adereço
despiciendo, já se viu acima. Mas ter um farol com fantasmas é um charme, não
acham?
Vejam
o caso do Farol de Santo Agostinho, na Flórida (EUA). Construído em 1824, tem
não só um fantasma; tem logo meia dúzia (esses norte-americanos são mesmo uns exagerados!)
Conforme o testemunho de várias pessoas que por algum motivo já viveram no
farol ou junto dele, como zeladores e familiares, e também visitantes eventuais
(durante certo tempo a casa do zelador era alugada para fins de veraneio),
foram vistos vultos: 1) do Dr. Ballard, o antigo proprietário das terras
desapropriadas pelo Governo para a construção do farol, que foi morto por
vizinhos, acusado de grilar as propriedades deles; 2) de um tal Andreu, um
antigo zelador que morreu devido a uma queda quando pintava a parte externa da
torre; 3) de três meninas que morreram quando brincavam com uma traquitana
sobre trilhos construída para levar provisões dos navios para a casa-sede; 4)
de um enigmático personagem etéreo (provavelmente um antigo faroleiro), sempre
vestido de azul (o fantasma) e recendendo a charuto (aliás, segundo dizem, o
cheiro de charuto é constante na parte interna do farol, mesmo sem nenhum
fumante por perto).
De
todos os acidentes fatais registrados, o mais comovente certamente foi o das
três garotinhas. Duas delas eram filhas da Sra. Hezekia Pittee, uma senhora que
havia alugado a casa do zelador para veranear, e uma amiguinha delas, uma
menina afro-descendente. Elas brincavam com uma espécie de vagoneta sobre
trilhos que servia para descarregar suprimentos dos navios, quando o trambolho
se desprendeu e despencou no mar. Os corpos nunca foram encontrados. Embora
continuem vagando constantemente pela área do farol, nunca são vistas juntas.
Os outros fantasmas também só aparecem isoladamente (ainda bem).
Viram
só? Tantos espíritos num lugar só e nós sem um mísero fantasminha para fazer a
fama do nosso Farol da Ilha da Paz! Até em matéria de assombrações somos uma
nação subdesenvolvida! Primeiro mundo já!
Imagem: Sobrenatural (http://www.sobrenatural.org)
terça-feira, 17 de abril de 2012
Mistério: em Honduras chove peixe
Na cidade de Yoro, capital do Departamento do mesmo nome, em Honduras, realiza-se anualmente o Festival de la Lluvia de Peces, ou seja, o Festival da Chuva de Peixes. Conta a lenda que na cidade, entre os meses de maio e junho (está quase chegando), cai uma misteriosa chuva de peixes, cuja autoria é creditada ao espírito do Padre José Manuel Subirana, um sacerdote espanhol que viveu na cidade entre os anos de 1856 e 1864 e profetizou milagres que teriam sido encomendados em razão da extrema pobreza do povo. Em suma, uma espécie de Padim Padre Ciço do Caribe.
Diante da crendice popular que atribui o fenômeno a uma
estranha piscicultura celestial, estudiosos de várias áreas analisaram o
problema e concluíram que a chuva de peixes, tal como as de rãs e sapos
ocorridas em outros lugares (até a Biblia faz referência à chuva de animais,
como no caso das dez pragas do Egito), pode ser provocada por tornados ou trombas
d’água, que elevariam a água de mares ou lagos até grandes alturas, com tudo o
que estivesse junto, e depois a despejaria em locais muitas vezes bem distantes
de sua origem. Enquanto isso, outros pesquisadores apontam a existência de rios
subterrâneos na região, reforçando essa tese com o fato de serem de água doce os
peixes encontrados nas ruas de Yoro e completamente cegos. Mas são comestíveis,
e a população os recolhe ainda vivos após a chuvarada, que dura cerca de duas a
três horas, acompanhada de raios e ventos fortes.
A precipitação de peixes em Honduras é um fato ainda não devidamente explicado pela ciência, mas com ou sem a ajuda dos céus, a população de Yoro faz a sua festa todo ano. E, segundo consta, nunca faltou peixe para os visitantes.
| Charge: Portal Bocaberta (http://bocaberta.org) |
sexta-feira, 13 de abril de 2012
O mistério dos buracos da Ucrânia
Você está preocupado com os buracos da sua rua? Com os buracos no
asfalto da estrada? Então é porque ainda não viu esses que motivaram esta
matéria. Nunca, na história deste planeta, houve buracos tão misteriosos. Embora
conhecidos como “os buracos da Ucrânia”, na verdade estão aparecendo em vários
outros países, como na Rússia, na China e até na América Central, na Guatemala.
Se fosse em Honduras, ainda haveria uma explicação. Honduras, em bom português,
significa “funduras”. Mas não é o caso.
Esses buracos misteriosos começaram a surgir no fim dos anos 80, na
Ucrânia – daí o nome – e já somam várias centenas ao redor do mundo. São
realmente um mistério. Aparecem do nada, sem nenhum aviso prévio,
repentinamente. Em alguns casos já engoliram automóveis e até mesmo um prédio
de 3 andares, em 2007, na Cidade da Guatemala (foto ao lado). Os buracos são razoavelmente semelhantes entre si. Tem formato
cilíndrico, com paredes lisas e cerca de 4 metros de diâmetro. São profundos.
Alguns chegam a 60 metros de profundidade. O mais estranho é que não ficam
resíduos de material no fundo deles. Nem terra, nem areia, nada. No buraco que
engoliu um prédio até mesmo o material do prédio sumiu. Não ficaram vestígios
de concreto, de metais, de madeira, nem de nada que existia dentro dele.
Não há uma explicação “oficial” sobre os casos. Até estranhamente, os
comentários governamentais são escassos, talvez pela própria aura de mistério
que caracteriza os tais buracos. Agora, na área da religiosidade, do misticismo
e da fantasia as “explicações” são inúmeras. Como no mais das vezes, o diabo é
o maior culpado. Extraterrestres também são apontados, embora não se saiba
exatamente quais sejam e de onde estejam vindo. Uma coisa é certa, na opinião dos “entendidos”:
a maior vítima é o ser humano. E o pobre planeta Terra, obviamente.
Outra explicação, mais “técnica”, atribui os buracos ao HAARP (sigla
em inglês para High Frequency Active Auroral
Research Program – ou Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta
Frequência, no nosso querido idioma auriverde). O HAARP vem a ser uma
geringonça com fins militares instalada pelos EUA no Alasca, cujo objetivo é
estudar o funcionamento das ondas de radiofrequência na faixa da ionosfera, ou
seja, na parte superior da atmosfera terrestre. Segundo essa teoria, esse
programa seria o responsável pela emissão de raios laser de alta potência, os
quais seriam, então, os verdadeiros causadores dos buracos.
O fato é que os
buracos ainda não chegaram aos EUA. Aí, então, vocês verão que o buraco é mais
embaixo. Ou mais em cima, no caso.
Imagens: Confidencial Info (http://www.confidencialinfo.com) e Os Limpatrilhos (http://oslimpatrilhos.wordpress.com)
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