Mostrando postagens com marcador MEIO AMBIENTE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MEIO AMBIENTE. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Butão, o país mais feliz do mundo?





Você já deve ter ouvido alguma coisa a respeito do Butão. Bem, não é todo mundo que teve essa oportunidade. O Butão é um pequeno país encravado na Cordilheira do Himalaia, espremido entre a Índia e o Tibete (China). Algumas notícias apontam o Butão como a nação mais fechada do mundo. Será só isso?

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Biocombustível a partir do uísque. Chiquérrimo!



Na Escócia está rolando uma experiência para transformar sobras de uísque em biocombustível. A proposta consiste em aproveitar os resíduos da fabricação da bebida para produzir o butanol, substância semelhante ao etanol e ao metanol, mas que seria produzida a partir de determinadas bactérias que digerem o açúcar encontrado nos resíduos. Esses resíduos chegam a quase 90% do material usado na fabricação e atualmente são destinados à fabricação de fertilizantes e ração para gado.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

A porta do inferno fica no Turcomenistão


A “porta do inferno” existe e fica no Turcomenistão, no meio do deserto de Karakum. Na verdade, os turcomenos não tem nada a ver com isso, embora acreditem estarem próximos à entrada do reino de Satanás. Trata-se de uma enorme cratera, com 60 metros de diâmetro, aberta por ocasião de uma exploração de gás natural por geólogos russos. Na verdade tratava-se de uma caverna subterrânea e, quando as máquinas da prospecção de gás encontravam-se em plena atividade sobre ela, a terra cedeu. A caverna estava impregnada de gás e enxofre. Os técnicos que conduziam a operação acharam por bem incendiar o gás para evitar que alguém mais se envenenasse, acreditando que as chamas o consumiriam em pouco tempo. O fogo nunca mais se apagou e já se passam quase quarenta anos desde que começou.
Ninguém sabe quanto gás já foi consumido pelo fogo e tampouco quanto tempo ainda irá durar a fogueira. Também não foi divulgado se houve vítimas humanas quando do desmoronamento do solo e conseqüente abertura da cratera, embora se acredite que sim. Os habitantes da região conhecida como Darvasa, um povo seminômade constituído por menos de mil pessoas, acredita que o fogo jamais se apagará e afirma que, efetivamente, se trata de uma “passagem para o inferno”, baseando sua crença no extremo calor provocado pelas chamas do gás e pelo intenso cheiro de enxofre que emana do local. De tão intenso, o fogo pode ser visto até mesmo pelo Google Earth.

comente sobre esta matéria
ou mande um e-mail para
sua opinião é muito importante para o
direcionamento das abordagens deste blog.
O autor agradece a sua participação





Para salvar o mundo vale ferrar os mares?


Há muito tempo a humanidade vem buscando soluções para uma situação que pode comprometer a sua própria existência num futuro não muito distante. Os cientistas de todo o mundo estão alertando, há décadas, sobre os maléficos efeitos de um aquecimento global que estaria se aproximando, podendo tornar a vida humana no planeta Terra quase que inviável ou, pelo menos, extremamente dificultada, particularmente em determinadas regiões. Mas os interesses políticos de muitos governantes, aliados a um injustificado e inconfessado egoísmo faccioso, têm provocado o sistemático fracasso de

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Ô Juquinha, o teu trem saiu da linha?


Foi preso nesta semana, em Goiânia, o cidadão José Francisco das Neves e mais dez pessoas, envolvidos num esquema de trambiques ferroviários. José Francisco, também conhecido pelo carinhoso apelido de Juquinha, foi presidente da Valec. A operação da Polícia Federal que prendeu os maracuteiros foi batizada por Trem Pagador. Mas, afinal, o que tem o Juquinha a ver com trens e trambiques?
A Valec – Engenharia, Construções e Ferrovias S. A. é uma empresa pública, cujo dono é a União Federal. Isto é, todos nós, cidadãos brasileiros, somos sócios dela. Sócios de tudo e donos de nada, como já dizia um velho amigo meu. É a mesma situação dos Correios e do Banco do Brasil, por exemplo. Entre outros objetivos, a Valec tem a incumbência de gerenciar a construção de ferrovias pelo país afora, em regime de concessão do Governo Federal. A obra mais importante é a construção da ferrovia Norte-Sul, entre as cidades de Panorama, no Estado de São Paulo, e Belém do Pará, com 3.100 km de extensão. Pois o Juquinha foi presidente da Valec no período de 2003 a 2010. Durante oito anos, portanto. Não é que nesse período o Juquinha ficou rico?
Pois então. Quando assumiu a presidência da dita cuja, o Juquinha era um rapaz pobre. Remediado, digamos. Tinha um patrimônio de pouco mais de 500 mil reais. Um carro, uma casa com TV e geladeira, uma foto do time do Flamengo, essas coisinhas. Hoje tem um patrimônio de mais de 65 milhões de pilas (o pila é a moeda oficial do Rio Grande do Sul, mas, cá entre nós, também serve de sinônimo para o real). Fizeram as contas? O patrimônio do Juquinha cresceu uns 13.000 por cento! Vá ser presidente bão lá em Brasília, sô! Cargo melhor que esse só o de presidente da CBF, né mesmo?
Não podia dar outra. A Polícia Federal, que nutre uma inexplicável implicância com os cidadãos que se dão bem na vida, enquadrou o Juquinha. Prendeu o dito cujo, a mulher dele e dois filhos. E mais sete outras pessoas, pois a PF acha que ninguém consegue ganhar 65 milhões em oito anos, só com o suor do rosto, trabalhando sozinho. E também apreendeu bens do Juquinha avaliados em 60 millones. Só por precaução, claro.
A estrada de ferro Norte Sul é um verdadeiro milagre de prodigalidade. Já na época do José Sarney na Presidência da República havia suspeitas de que alguma misteriosa mina de ouro se encontrava no caminho da ferrovia. O Juquinha parece ter descoberto a sua localização. E vejam bem: a estrada ainda não está nem funcionando. E há uma generalizada desconfiança de que a mina seque assim que a ferrovia fique pronta.
Na foto: Na Valec, políticos brasileiros analisam o “mapa da mina”. Pelas caras de satisfação, devem ter encontrado.


Aqui a mina está secando!
Bem, se a mina da Norte-Sul não seca há outras coisas que secam. A Nasa, aquela instituição norteamericana que explora o espaço cósmico (mas, curiosamente, não deixou ninguém rico até hoje – certamente por não ser brasileira) divulgou fotografias do planeta em que vivemos tiradas por satélite (só podia ser, né?) em 1978 e agora, em 2012. Sabem o que concluíram? As regiões desérticas da Terra estão aumentando e algumas outras regiões, outrora verdes, agora também apresentam indícios de desertificação.
A desertificação na Terra avança tanto quanto a corrupção na política brasileira. Os desertos hoje ocupam cerca de 22% das áreas sólidas da superfície terrestre. Há 34 anos, eram apenas 15%. A desertificação ocorre sempre nas áreas secas, de clima árido, semi-árido e sub-úmido. Vários lugares da África, inclusive Egito, o Oriente Médio, a China. a Índia e áreas das Américas do Norte e Central são as regiões mais afetadas pela desertificação. Mas o Brasil não está totalmente livre do perigo. O semi-árido nordestino é a região mais comprometida. Também há focos no sul do Pará, norte de Minas Gerais e oeste do Rio Grande do Sul.
O mau manejo do solo, o desmatamento, a ocupação indiscriminada pela população (geralmente de baixa renda) e a falta de chuvas (praticamente uma conseqüência) são as causas mais graves do fenômeno, permeado pelo aquecimento global, tanto um dos seus fatores de causa como também de efeito.
Há formas de combater a desertificação. O reflorestamento, práticas agrícolas com irrigação (água captada do subsolo) e hábitos preservacionistas e a melhoria do padrão de vida da população são algumas medidas importantes. É claro: os 65 mi do trembiqueiro Juquinha, somados a tantos outros mi de tantos outros mutreteiros cujo núcleo central se baseia na Capital da República ajudariam consideravelmente a diminuir as áreas desérticas dessa faustosa nação auriverde.


Não tem erro: errar é aprender
Você já cometeu algum erro hoje? Certamente sim, embora às vezes as pessoas nem mesmo se dêem conta de terem errado. E então? Você admite os seus erros? Costuma refletir sobre eles? E quais as conclusões que tira disso?
O fato de errar é a coisa mais trivial que existe. Todos nós erramos. Todas as nossas ações, desde as mais simples às mais complexas, estão sujeitas a erros. E isso pode ser positivo. As lições mais importantes da vida muitas vezes decorrem de erros cometidos.
Em muitos casos, a própria ciência se baseia em erros. Já ouviu falar na técnica da “tentativa e erro”? Pois é! É a fórmula empírica do experimento científico. Muitas descobertas aconteceram dessa forma. A invenção da lâmpada por Thomas Edison, por exemplo. Os chineses inventaram a bússola e os aborígenes australianos inventaram o bumerangue sem saberem explicar o que estava acontecendo. Mas foram fazendo experiências até que a coisa deu certo. Errando e aprendendo.
É exatamente isso. Consta que Edison, quando trabalhava no seu projeto da lâmpada incandescente, tinha um patrocinador que arcava com as despesas da pesquisa e também da remuneração do inventor. Decepcionado com os sucessivos insucessos de Edison, o patrocinador sugeriu que se dessem os trabalhos por encerrados. Ao ouvir essa decisão, o inventor retrucou: por que desistir agora, quando já sabemos muitas maneiras de como não fazer uma lâmpada? Já avançamos muito e hoje estamos mais próximos do que antes, de conhecer a forma certa de fazer as coisas.
O primeiro passo para tirar proveito do erro é admiti-lo. Persistir no erro é teimosia, é burrice, como já se disse um montão de vezes. Admitir o erro, refletir sobre ele para não repeti-lo e para fazer as coisas de outro modo, é o caminho mais sábio. Não admitir o erro é o pior erro que a pessoa pode cometer.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Um estranho no ninho


A mais nova atração do Parque das Aves, em Foz do Iguaçu, Paraná, é um macaco da espécie sapajus, popularmente conhecida por macaco prego. O animal apareceu no parque, provavelmente egresso da mata do Parque Nacional do Iguaçu e está incomodando os comerciantes que mantém estabelecimentos no local, pois vive à procura de comida.
Apesar do incômodo, os comerciantes e os visitantes do parque tratam bem o hóspede intruso, tendo inclusive arrumado um nome para designá-lo. É o mais óbvio possível: Chico, que vive fazendo traquinagens nas copas das árvores ou sobre as barracas do comércio, furtando coisas para comer ou pequenos objetos. Mas o problema maior que o Chico provocou não é bem esse.
Segundo os responsáveis pelo parque, o Ibama já foi comunicado para providenciar a retirada de Chico, apesar do seu comportamento normalmente dócil. É que o relacionamento dele com as aves e mesmo com os humanos pode trazer conseqüências indesejáveis, como doenças e um eventual ataque do bicho. Aí começaram os problemas, que nada têm a ver com a irracionalidade dos animais, mas sim, com a imbecilidade dos seres humanos (alguns deles, em especial).
A unidade local do Ibama ainda não providenciou a remoção do Chico porque precisa de uma autorização especial, da Superintendência do órgão, em Curitiba. De acordo com os iluminados experts do órgão ambiental, como o macaquinho não é do Parque das Aves, eles não sabem para onde levá-lo. Comenta-se em Foz do Iguaçu que, diante da dúvida sobre como o primata chegou lá, os funcionários do Ibama interrogaram Chico, perguntando de onde ele veio e como chegou, se foi de ônibus, de avião ou de carro particular (e onde deixou o carro, nesta última hipótese). Mas Chico recusou-se a responder às perguntas. Deve ter se inspirado no "depoimento" do Cachoeira na CPMI do Congresso Nacional.
Imagem: G1 Paraná (http://g1.globo.com/parana)