
Se fosse no Brasil ele também não seria empossado. No
problema da alfabetização até dariam um jeito, era só decorar um trecho
qualquer e rabiscar alguma coisa na frente de um juiz e pronto. Caso resolvido.
Viria então outro problema: a idade. Que não teria nada de mais, seria tão
simples falsificar uma certidão de nascimento, como já fizeram com vários
jogadores de futebol, não é mesmo?
Mas a questão maior viria depois de empossado: o que seria da
ratarada do Congresso Nacional?
É, definitivamente não dá para eleger um gato. Nem lá, nem
cá.
Fotografia: Blog João Fontes Júnior (http://joaofontesjunior.blogspot.com)
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